domingo, 16 de setembro de 2012
O Banco do Tempo também tem sido uma presença maravilhosa nas nossas feiras de trocas. Na primeira estiveram em força com inúmeros bens, criando sinergias com diversos elementos como por exemplo o Centro Comunitário da Ribeira. Na segunda fizeram questão de visitar-nos no Parque Santa Catarina com uns deliciosos bolinhos. Simplesmente uns amores!
Prometem participar nesta terceira Feira de Trocas com todo o seu empenho e organização que lhes é tão característico.
No discurso que proferiu antes da entrega do prémio, D. Manuel Clemente, então presidido por D. Manuel Clemente, anterior presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, salientou a raridade com que se encontra «num longo percurso, entre idades do mundo e mudanças de regime, a continuidade criativa duma linha de pensamento e ação tão juvenilmente definida».
«Globalmente inseridos num mundo ainda mais imediato e próximo, continuamos [os portugueses] a ser nós mesmos, precisamente como povo de partilha. Por isso nos mantemos e devemos manter articulados em nexos culturais cuja persistência se garante juridicamente e aviva culturalmente. Como Adriano Moreira e resistentes ao canto da sereia individualista ou libertária, mesmo quando esta apresente como “progressos de civilização” os mais demonstráveis retrocessos, seremos institucionais, para sermos personalistas, livres e solidários», afirmou o atual bispo do Porto e vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa a 5 de junho de 2009.
«O prémio que lhe entregamos, caríssimo Professor Adriano Moreira, assinala o muito que lhe devemos pela persistência criativa com que nos consolidou nesta valorização essencial das coisas, pessoais e coletivas. Essas mesmas que, ensaiadas no passado, nos esperam agora no futuro. Assim tenhamos todos alguma da sua envergadura “trasmontana”, que não parte nem desiste. - Com todos os parabéns dos que continuamos a contar consigo», concluiu.
É com muito gosto que o Banco de Tempo Jaime Moniz Funchal se congratula com a homenagem a esta figura intemporal.
Convívio, um dos nossos "Cs"
Maria do Carmo Monteiro de Araújo, da Coordenação do nosso Banco de Tempo Jaime Moniz Funchal, proporcionou um excelente convívio ao chamado 'núcleo duro', ou seja, aos elementos da 'Porta Aberta' que, ao longo do ano e mais directamente, asseguram uma colaboração na concretização das diversas actividades e serviços.
terça-feira, 12 de junho de 2012
10 anos a construir comunidades mais solidárias
sábado, 5 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Estimados amigos e amigas do Banco de Tempo,
Gostaríamos de convidar todos os membros e simpatizantes do Banco de
Tempo a participar numa exposição de fotografia sobre o “Tempo” que terá
lugar de 22 de Junho a 6 de Julho, no Edifício Sede da Caixa Geral de
Depósitos, no âmbito das comemorações dos 10 anos do Banco de Tempo no
nosso país.
Esta exposição será
inaugurada a 22 de Junho de 2012, dia em que se realizará, na
Culturgest, o Encontro Internacional Comemorativo dos 10 anos do Banco
de Tempo em Portugal. Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Graal
com o apoio do Banco de Tempo dos Serviços Sociais da Caixa Geral de
Depósitos e da Secção de Fotografia dos Serviços Sociais da CGD.
Serão apresentados 30 trabalhos seleccionados de acordo com o
regulamento em anexo. As fotografias devem ser enviadas até 20 Maio de
2012, para o email bancodetempo.exposicao@gmail.c om.
Agradecemos desde já que divulguem esta iniciativa e aguardamos as vossas fotografias com muita expectativa.
Caso necessitem de qualquer esclarecimento adicional, não deixem de nos
contactar através do email bancodetempo.exposicao@gmail.c om.
Saudações solidárias da Equipa do Banco Central
Graal
Projectos de Intervenção Social
Rua Luciano Cordeiro, 24, 6ºA
1150-215 Lisboa
Tlf: 213546831
terça-feira, 27 de março de 2012
Conferência "Intervenção social da Igreja, que desafios?"
Pel'A Coordenação
M.do Carmo Araújo
quinta-feira, 1 de março de 2012
Rubrica "Nós e os Outros" em Março de 2012
Queridos membros e amigos/as,
Desta vez, o tema, que procuramos que seja sempre atual e oportuno, versará a Solidão. O seu tratamento ficará a cargo da Dra. Teresa Carvalho, psicóloga e técnica da Secretaria de Assuntos Sociais.
Como de costume, a sessão começará às 18h e 15m e terminará por volta das 19h 30/ 19h 45.
Lembramos que o Banco de Tempo do Funchal celebra neste mês (dia 27) 9 anos de idade.
Um abraço grande
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Tempo como moeda de troca

Banco do Tempo: Um recurso para poupar dinheiro em época de crise
O Banco do Tempo do Lumiar, que em vez de dinheiro utiliza a hora como moeda, começou por ser procurado para combater a solidão, mas actualmente é um recurso para poupar dinheiro em serviços como a revisão do carro.
A única diferença que distingue este banco dos outros é o facto dos "clientes" em vez de depositarem dinheiro, depositam horas do seu tempo para satisfazer as necessidades de outros, recebendo em troca serviços de que precisam.
"Até há um ano, os serviços mais pedidos pelos membros do banco eram para combater a solidão, procurando saídas com pessoas que partilhavam os mesmos gostos por museus, teatro ou cinema. Agora estão a procurar um serviço para ajudar a resolver uma situação", disse à agência Lusa a coordenadora do Banco do Tempo do Lumiar (BTL), em Lisboa.
Como exemplos, Irene Freitas Silva apontou a revisão do carro, arranjos de costura, aulas de línguas estrangeiras, informática e pedidos de ajuda para organizar a contabilidade ou preencher formulários.
"São serviços que evitam que as pessoas gastem dinheiro", comentou, ressalvando que o banco "não tira trabalho a ninguém. Antes pelo contrário, estamos a fomentá-lo".
Para Irene Silva, é uma "tentativa saudável" de ultrapassar a crise: "faz crescer a sociedade de uma forma mais humana, mais solidária em que as pessoas partilham serviços, capacidades, competências e que os torna muito mais sociáveis e mais confiantes".
"É uma economia solidária, em que a moeda é o tempo, cada vez mais procurada", disse a responsável, sustentando que tem havido uma procura "exponencial" do BTL, que atinge já os 235 membros, "um número completamente impossível de gerir".
Para responder à procura, a agência do Lumiar criou um site (www.btlumiar.org) em que as pessoas trocam serviços online e criou ainda o BTL Júnior e o BTL Negócios.
"Chegámos à conclusão que, com tanta falta de trabalho e tantas pessoas a criar micro empresas, seria bom pôr as pessoas e as empresas a funcionar entre si", explicou.
Apesar da realidade vivida na agência do Lumiar, Teresa Branco, do movimento GRAAL, coordenador do banco central, disse à Lusa que o conceito do projeto
"não está a mudar".
Os serviços mais procurados continuam a ser a companhia para ir ao cinema ou dar um passeio, os pequenos arranjos domésticos, lições de inglês e informática
e culinária.
O que está a acontecer, segundo Teresa Branco, é que as instituições da comunidade onde os BT estão inseridos pedem ajuda à agência para a realização de alguns trabalhos, como a recolha de alimentos.
Na agência de Quarteira (Algarve) não tem havido alterações nos serviços requisitados, segundo Gilberta Alambre, uma das suas coordenadoras.
Nesta agência, com cerca de 90 membros, a maioria reformados, a procura continua a ser, principalmente, para "combater o isolamento e a solidão",
adiantou.
"A pessoa quando se inscreve diz logo aquilo que está disponível para dar e o que gostaria de receber", contou, adiantando que os serviços mais procurados são a companhia, a bricolage, a manicura e a culinária.
Também no banco da Foz (Porto), com 183 membros, os serviços mais requisitados são os que envolvem as relações sociais, em que a companhia lidera, e a valorização pessoal, com a procura crescente pelas aulas de informática e inglês.
Membro da agência da Foz há três anos, Ana Maria, 62 anos, tem dado horas do seu tempo a fazer companhia a doentes, a ir ao cinema e a conferências. Em troca, também opta pela companhia de alguém.
O que salienta desta "moeda de troca" é as amizades que se vão criando.
Rubrica "Nós e os Outros" em Fevereiro de 2012
Pelo seu interesse e como é nosso hábito, aqui partilhamos um resumo:
Conceber a liberdade humana exige inquirir o que seja o Homem. Para as correntes espirituais que bebem no hinduismo, no judaísmo, no cristianismo e para as tradições humanistas que lançam raízes na tradição greco-romana, o Homem encontra-se a caminho do divino. Quando mais julgar possuir liberdade absoluta maior a queda. A liberdade joga-se no tempo e na alteridade, mas sem referência à verdade o desejo de liberdade, o poder ser perde-se.
Não há liberdade sem obstáculos. As teses contratualistas fizeram-nos crer que o Estado é um bem, um garante da justiça. A crise atual, que é económica mas não só, retira aos estados capacidade de salvaguardar as liberdades. Chegámos aqui conduzidos por uma economia sem ética. Se não formos capazes de instaurar uma era económica assente numa ética global é todo uma civilização que ameaça ruir.
Nestes tempos de incerteza urge perguntar de novo: o que é verdadeiramente ser homem? Procurar ver sem olhos culturais, despojar-se de todas as formas, sentir tudo de todas as maneiras, ser sincero ainda que contradizendo-se em cada instante, ver sem ponto de vista. Servir um só Senhor, a Verdade.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Palestra proferida pela Dra Rubina Berardo - Dez.2011


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Rubrica "Nós e os Outros" em Dezembro de 2011
12 de Dezembro 2011
Tema:Capacitação da mulher na construção de um mundo melhor: perspectivas económicas, sociais e de direitos humanos.
Completou a Licenciatura em Ciência Política e Economia na University of East Anglia (2000-2003, Norwich, Inglaterra).
Completou o Mestrado em Política e Governação Europeia na London School of Economics and Political Science (2003-2004).
Completou ainda uma pos-graduação da Academia Militar sobre Guerra de Informação e Competitive Intelligence (2006/7).
Foi Produtora de Conferências na Editora Financeira Euromoney Institutional Investor Plc (Londres 2004-5).
Actualmente exerce funções como Técnica no Governo Regional da Madeira.
O Banco de Tempo agradece à Dra Rubina Berardo a sua disponibilidade e congratula-se por poder contar com a colaboração de uma Mulher tão jovem,com um curriculum de tanta qualidade e tão promissor.
sábado, 26 de novembro de 2011
Participação no Programa Saúde e Bem Estar da RJM

O Banco de Tempo participa no domingo, no Pingo Doce do Centro Comercial Dolce Vita, entre as 9h e as 22h. Convida os seus Amigos a aparecer por lá e contribuir para esta boa causa.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Banco de Tempo na Radio Jornal da Madeira
O Banco de Tempo Jaime Moniz Funchal estará hoje de manhã, pelas 11 horas, na RJM http://radio.jornaldamadeira.pt/, para conversar com a jornalista Paula Lourenço e os ouvintes sobre o seu projecto, com destaque para a sua parceria com a Cáritas e a sua colaboração, pelo 6º ano consecutivo, na recolha de alimentos.
http://www.caritas.pt/funchal/noticia.asp?caritaid=14¬iciaid=3807.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Jantar Solidário - apcm

A Associação de Paralisia Cerebral da Madeira irá comemorar 20 anos ao lado da diferença com um jantar & espectáculo no Restaurante Bahia do Casino da Madeira.Este jantar tem início às 20h e o custo de 25€ por pessoa, inclui aperitivo, entrada, prato principal, sobremesa, café, petit fours e bebidas, durante o jantar.A animação estará a cargo da Banda do Casino e a cantora Sofia Relva a anteceder o espectáculo internacional "Forever Hits".Os bilhetes encontram-se disponíveis na recepção do Casino da Madeira.
Avenida do Infante, 9004 - 513 FunchalIlha da Madeira - http://www.casinodamadeira.com/
Telefone: +351 291 140 424
Nós e os Outros - em Novembro 2011
Queridos membros e amigos,
Data: 7 de Novembro (2ª feira) Hora: 18h 05 Local: Auditório 1
Teríamos muito gosto na sua presença.
Abraço grande,
P'la Coordenação
M. do Carmo M. Araújo
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Abertura do ano letivo 2011/2012
É com muito gosto que estamos aqui para celebrar a abertura de um novo ano de trabalho à volta de um Projeto de solidariedade que nos é muito querido pelas caraterísticas que, do nosso ponto de vista, o tornam oportuno e de grande atualidade no contexto do mundo em que vivemos.
Compete-nos a nós, membros do BdT, dinamizar entreajuda social, trocar serviços, cruzar afetos, valorizar talentos, revitalizar redes de vizinhança que, no nosso caso, tratando-se de uma comunidade educativa, são essencialmente de nível cultural e afetivo.
Dar e receber gratuitamente é o nosso lema;
Oferecemos Tempo em serviços que gostamos e sabemos fazer…;
Pedir faz parte do projeto. Mas, sempre, numa linha de entreajuda, de apoio social;
Não prometemos eficácia.
O nosso compromisso exige, sim, acolhimento, escuta, cuidado, atenção e partilha (a vários níveis).
Como dissemos, não trabalhamos com dinheiro, mas com tempo, tempo oferecido em função da disponibilidade de vida de cada um.
O conceito, a filosofia do BdT é comum a todas as agências (somos 30 em Portugal), mas cada uma delas trabalha com especificidades em função das necessidades e caraterísticas da comunidade em que está inserida. No caso do nosso BdT, as prioridades estão associadas à Cultura, ao Convívio, à Companhia /acompanhamento (…o serviço por excelência) e à Cooperação com instituições de solidariedade social .
A divulgação da nossa ação passa, essencialmente, pelos gestos e pelas atitudes…
Um abraço muito grande da coordenação do BdT e da sua equipa , para todos os que por aqui passaram e que guardam da Escola recordações de competência, responsabilidade, disciplina e excelente relacionamento humano...
“Saudade é o amor que fica”, disse-o alguém com felicidade. Precisamos de boas recordações e de amor para irmos buscar o entusiasmo e o fulgor para cada dia…
Uma nota importante:
Iremos trabalhar, neste ano letivo, em parceria (interna) com o Conselho da Comunidade Educativa, presidido pela dra. Filomena Alcobia e com o Projeto Equal coordenado pelas dras Elisa Seixas e Catarina Pires.
São grandes as nossas expetativas…!
Funchal, 05 de Setembro 2011
P’la Coordenação
Maria do Carmo M. Araújo
sábado, 27 de agosto de 2011
Reinício de Atividade do Banco de Tempo Funchal Jaime Moniz
É tempo de PARAR…
Com as FÉRIAS à vista, há algo que me fascina e que se pode aprender…Eu chamo-lhe PARAR.
Parar é não fazer nada, na medida do possível, durante um determinado período de tempo para conseguir uma maior consciencialização e recordar quem somos. A principal razão de parar está no sentir que temos de prosseguir. Na maioria dos casos não paramos até nos sentirmos completamente de rastos sem sabermos para onde nos deveremos virar.
Parar permite-nos a percepção dos significados fundamentais da vida…Ajuda-nos a avaliar o que queremos conseguir e como queremos proceder.
Parar permite-nos avaliar o jogo da vida, de acordo com as nossas próprias regras; reconhecer as nossas verdadeiras prioridades. Dá-nos tempo de ser e não apenas de fazer.
Parar não é abrandar, porque abrandando apanhamos os ritmos dos outros e os ritmos acumulados do mundo que nos rodeia, queiramos ou não. Isto é arrastamento.
Parar pode conduzir-nos aos ritmos da nossa própria escolha. O tempo gasto a não fazer nada permite-nos descobrir aquilo que é mais significativo e valioso para nós.
Parar é muito fácil de entender. É um período de tempo passado sem fazer nada para conseguir obter tudo.
Os benefícios de PARAR
As mais importantes dádivas de Parar são sete:
1.capacidade de prestar Atenção;
2.alcançar um Relaxamento real;
3.conhecer e apreciar a Solidão;
4.Abertura;
5.criar Laços fortes e flexíveis
6.aceitar a sua Sombra;
7.identificar e viver com Objectivos.
David Kundtz,
in “Parar” (adaptado)
Recomeçaremos a nossa atividade logo no princípio de Setembro e ...da melhor maneira. Conosco estará a professora da Universidade Católica do Porto, Isabel Baptista, especialista em Ética, com um palestra que versará a importância do contributo da ética individual para uma ética coletiva. Boas Férias!
Um abraço grande
P'la coordenação
Relatório de Actividades 2010/2011
Ano lectivo 2010/2011
1. Este foi um ano diferente, muito trabalhoso, difícil, mas extremamente proveitoso pela reflexão e decisões tomadas quanto a estratégias futuras.
2. Aproveitámos diversas oportunidades para difundir e divulgar o Conceito Banco de Tempo dentro e fora da comunidade escolar, porque estamos cada vez mais convictos de que o Projecto do BdT é extremamente actual e de extrema eficácia no contexto da vida de hoje.
Concentrámo-nos, especialmente, em dois objectivos que consideramos fundamentais:
- trocar serviços, cruzar afectos;
- revitalizar a vizinhança cultural e afectiva que herdámos e que pretendemos seja continuamente actualizada no nosso Espaço/Escola.
3. Continuando a metodologia traçada, em função das especificidades da
comunidade em que o nosso BdT está inserido, actuámos em função dos 4Cs – Companhia; Convívio, Cultura, Cooperação.
Companhia/acompanhamento - envolvendo diversas formas de apoio, este foi o serviço por excelência, em que imprimimos um modo de estar discreto, de proximidade, envolvendo, em permanência, acolhimento, escuta, cuidado e atenção;
Convívio – para provocar encontro, disponibilizámo-nos de forma diversa (dinamizando actividades, culturais e outras, promovendo partilha digital, marcando presença em acções/sessões de carácter social: jornadas, feiras, mercadinhos, etc.)
Cultura – considerada prioridade numa comunidade educativa que é a nossa, dinamizámos acções de (in)formação sobre temas da actualidade na rubrica “Nós e os Outros”; promovemos abertura e debate em “Leitura em voz alta”, mantivemos um Expositor relevando ideias, personalidades, datas e acontecimentos ; estabelecemos contactos e articulação com entidades e instituições culturais regionais (museus, bibliotecas, etc.); promovemos visitas de estudo; procurámos ser agentes participativos em iniciativas locais de cariz diverso (jornadas da pastoral da família, reuniões de auscultação para repensar a Igreja em Portugal, etc) .
Cooperação – dando continuidade à ajuda prestada nos anos anteriores, colaborámos de forma diversa (peditórios de rua e escola, recolha de alimentos em supermercados, feiras gastronómicas, mercadinhos, chás de bemfazer, etc.) com as instituições e associações de solidariedade social com quem temos desenvolvido uma relação de amizade: Caritas diocesana, AMI, Liga contra o Cancro, Centro da Mãe, Abraço, Vila Mars, etc.
Neste ano, 3 membros/professores do BdT aderiram ao Projecto “Reaprender Saberes e Valores” de apoio a reclusas do Estabelecimento Prisional da Cancela, leccionando Português e Inglês.
4. Em termos de futuro, estabelecemos diálogo e acertámos acordos para parcerias internas no ano lectivo de 2011/2012, com o Conselho da Comunidade Educativa, na pessoa da sua presidente, dra. Filomena Alcobia e o Projecto Equal, através das suas coordenadoras, dras Elisa e Catarina.
Numa lógica de “troca de serviços”, iremos intervir em actividades, oferecendo, em função de competências e talentos pessoais, e pedindo divulgação do conceito Banco de Tempo entre alunos, professores, pais e encarregados de educação.
Também continuaremos com contactos no exterior, no sentido de abrir mais Bancos de Tempo na Região Autónoma da Madeira. Novas parcerias estão também no nosso horizonte.
1. a celebração dos 70 anos de uma querida amiga, Lídia Homem Costa, agora com Alzheimer (membro 10.035);
2. a morte do José Gil (25 anos), filho da Carmo Aguiar (membro 10032);
3. a homenagem à dra. Margarida Morna (membro 10036) pelo governo da República, através do seu Representante na RAM, no dia 10 de Junho.
Abriremos o próximo ano lectivo 2011/2012, no dia 5 de Setembro, com uma palestra pela professora da Universidade Católica do Porto, Isabel Batista que versará o tema: “A importância do contributo da Ética individual para uma Ética colectiva.”
Será às 18h 30, em sala a designar (auditório 1 ou sala 215).
Funchal, 2 de Agosto de 2011
P’la coordenação
Maria da Graça Silva
Maria do Carmo Monteiro de Araújo


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