sábado, 5 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Estimados amigos e amigas do Banco de Tempo,
Gostaríamos de convidar todos os membros e simpatizantes do Banco de
Tempo a participar numa exposição de fotografia sobre o “Tempo” que terá
lugar de 22 de Junho a 6 de Julho, no Edifício Sede da Caixa Geral de
Depósitos, no âmbito das comemorações dos 10 anos do Banco de Tempo no
nosso país.
Esta exposição será
inaugurada a 22 de Junho de 2012, dia em que se realizará, na
Culturgest, o Encontro Internacional Comemorativo dos 10 anos do Banco
de Tempo em Portugal. Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Graal
com o apoio do Banco de Tempo dos Serviços Sociais da Caixa Geral de
Depósitos e da Secção de Fotografia dos Serviços Sociais da CGD.
Serão apresentados 30 trabalhos seleccionados de acordo com o
regulamento em anexo. As fotografias devem ser enviadas até 20 Maio de
2012, para o email bancodetempo.exposicao@gmail.c om.
Agradecemos desde já que divulguem esta iniciativa e aguardamos as vossas fotografias com muita expectativa.
Caso necessitem de qualquer esclarecimento adicional, não deixem de nos
contactar através do email bancodetempo.exposicao@gmail.c om.
Saudações solidárias da Equipa do Banco Central
Graal
Projectos de Intervenção Social
Rua Luciano Cordeiro, 24, 6ºA
1150-215 Lisboa
Tlf: 213546831
terça-feira, 27 de março de 2012
Conferência "Intervenção social da Igreja, que desafios?"
Pel'A Coordenação
M.do Carmo Araújo
quinta-feira, 1 de março de 2012
Rubrica "Nós e os Outros" em Março de 2012
Queridos membros e amigos/as,
Desta vez, o tema, que procuramos que seja sempre atual e oportuno, versará a Solidão. O seu tratamento ficará a cargo da Dra. Teresa Carvalho, psicóloga e técnica da Secretaria de Assuntos Sociais.
Como de costume, a sessão começará às 18h e 15m e terminará por volta das 19h 30/ 19h 45.
Lembramos que o Banco de Tempo do Funchal celebra neste mês (dia 27) 9 anos de idade.
Um abraço grande
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Tempo como moeda de troca

Banco do Tempo: Um recurso para poupar dinheiro em época de crise
O Banco do Tempo do Lumiar, que em vez de dinheiro utiliza a hora como moeda, começou por ser procurado para combater a solidão, mas actualmente é um recurso para poupar dinheiro em serviços como a revisão do carro.
A única diferença que distingue este banco dos outros é o facto dos "clientes" em vez de depositarem dinheiro, depositam horas do seu tempo para satisfazer as necessidades de outros, recebendo em troca serviços de que precisam.
"Até há um ano, os serviços mais pedidos pelos membros do banco eram para combater a solidão, procurando saídas com pessoas que partilhavam os mesmos gostos por museus, teatro ou cinema. Agora estão a procurar um serviço para ajudar a resolver uma situação", disse à agência Lusa a coordenadora do Banco do Tempo do Lumiar (BTL), em Lisboa.
Como exemplos, Irene Freitas Silva apontou a revisão do carro, arranjos de costura, aulas de línguas estrangeiras, informática e pedidos de ajuda para organizar a contabilidade ou preencher formulários.
"São serviços que evitam que as pessoas gastem dinheiro", comentou, ressalvando que o banco "não tira trabalho a ninguém. Antes pelo contrário, estamos a fomentá-lo".
Para Irene Silva, é uma "tentativa saudável" de ultrapassar a crise: "faz crescer a sociedade de uma forma mais humana, mais solidária em que as pessoas partilham serviços, capacidades, competências e que os torna muito mais sociáveis e mais confiantes".
"É uma economia solidária, em que a moeda é o tempo, cada vez mais procurada", disse a responsável, sustentando que tem havido uma procura "exponencial" do BTL, que atinge já os 235 membros, "um número completamente impossível de gerir".
Para responder à procura, a agência do Lumiar criou um site (www.btlumiar.org) em que as pessoas trocam serviços online e criou ainda o BTL Júnior e o BTL Negócios.
"Chegámos à conclusão que, com tanta falta de trabalho e tantas pessoas a criar micro empresas, seria bom pôr as pessoas e as empresas a funcionar entre si", explicou.
Apesar da realidade vivida na agência do Lumiar, Teresa Branco, do movimento GRAAL, coordenador do banco central, disse à Lusa que o conceito do projeto
"não está a mudar".
Os serviços mais procurados continuam a ser a companhia para ir ao cinema ou dar um passeio, os pequenos arranjos domésticos, lições de inglês e informática
e culinária.
O que está a acontecer, segundo Teresa Branco, é que as instituições da comunidade onde os BT estão inseridos pedem ajuda à agência para a realização de alguns trabalhos, como a recolha de alimentos.
Na agência de Quarteira (Algarve) não tem havido alterações nos serviços requisitados, segundo Gilberta Alambre, uma das suas coordenadoras.
Nesta agência, com cerca de 90 membros, a maioria reformados, a procura continua a ser, principalmente, para "combater o isolamento e a solidão",
adiantou.
"A pessoa quando se inscreve diz logo aquilo que está disponível para dar e o que gostaria de receber", contou, adiantando que os serviços mais procurados são a companhia, a bricolage, a manicura e a culinária.
Também no banco da Foz (Porto), com 183 membros, os serviços mais requisitados são os que envolvem as relações sociais, em que a companhia lidera, e a valorização pessoal, com a procura crescente pelas aulas de informática e inglês.
Membro da agência da Foz há três anos, Ana Maria, 62 anos, tem dado horas do seu tempo a fazer companhia a doentes, a ir ao cinema e a conferências. Em troca, também opta pela companhia de alguém.
O que salienta desta "moeda de troca" é as amizades que se vão criando.
Rubrica "Nós e os Outros" em Fevereiro de 2012
Pelo seu interesse e como é nosso hábito, aqui partilhamos um resumo:
Conceber a liberdade humana exige inquirir o que seja o Homem. Para as correntes espirituais que bebem no hinduismo, no judaísmo, no cristianismo e para as tradições humanistas que lançam raízes na tradição greco-romana, o Homem encontra-se a caminho do divino. Quando mais julgar possuir liberdade absoluta maior a queda. A liberdade joga-se no tempo e na alteridade, mas sem referência à verdade o desejo de liberdade, o poder ser perde-se.
Não há liberdade sem obstáculos. As teses contratualistas fizeram-nos crer que o Estado é um bem, um garante da justiça. A crise atual, que é económica mas não só, retira aos estados capacidade de salvaguardar as liberdades. Chegámos aqui conduzidos por uma economia sem ética. Se não formos capazes de instaurar uma era económica assente numa ética global é todo uma civilização que ameaça ruir.
Nestes tempos de incerteza urge perguntar de novo: o que é verdadeiramente ser homem? Procurar ver sem olhos culturais, despojar-se de todas as formas, sentir tudo de todas as maneiras, ser sincero ainda que contradizendo-se em cada instante, ver sem ponto de vista. Servir um só Senhor, a Verdade.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Palestra proferida pela Dra Rubina Berardo - Dez.2011





