segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Notícias


Queridos membros/ Amigos

Na próxima 3ª Feira, dia 4 de Novembro, tem lugar mais uma sessão da rubrica Nós e os Outros (17) com o tema"Intolerâncias Alimentares". Será orientada pela farmacêutica e directora da Farmácia Popular de Câmara de Lobos, a dra. Celina Couto.

Teríamos muito gosto que estivesse connosco na Jaime Moniz, na Sala de Sessões, no Largo do Museu, pelas 18h 05.

Sou testemunha da importância deste tema, porque, através de um teste, o Teste de York, eu própria beneficiei de conhecimentos acerca de mim própria, o que permitiu beneficiar - e de que maneira - o meu estado de saúde.

Foi, por isso que fizemos todo o possível para que a dra. Celina, que está a tirar uma pós- graduação no Continente, viesse connosco explicar o que são as intolerâncias alimentares e responder a questões que naturalmente gostaríamos de colocar.

Um abraço

P'la Coordenaçâo

domingo, 24 de agosto de 2008

Intercâmbios Cruzados

A Agência do Banco de Tempo colabora com a Cáritas Diocesana nas suas iniciativas de recolha de alimentos que decorrem nos supermercados Pingo Doce.

Abordagem à Leitura da Bíblia


imagem da 1ª edição

Organizada pelo BdT, a 26 de Janeiro de 2008 teve lugar a 4ª edição desta rubrica, no Convento de Santa Clara, sob a orientação do Pe.Doutor J.Tolentino de Mendonça. Teve a presença de 75 pessoas que partilharam a sua merenda. A excelente receptividade deve-se ao sucesso das edições anteriores.


Convívio antecedendo a pausa de verão



Actividade na área de Expressões



Sob a orientação de Luísa Teixeira da Costa

Os trabalhos realizados reverteram a favor da Associação Alzheimer,
vendidos ao público na 5ª edição da Feira das Vontades,
organizada pela Casa do Voluntário,
cumprindo o objectivo de cruzamento de intercâmbios,
na construção de uma cultura de solidariedade.

5º aniversário do Banco de Tempo na Jaime Moniz

5º aniversário da Agência

Teresa Tomé, membro do BdT e ex-Coordenadora

Coordenadora Graça Silva e
Presidente da Escola Jaime Moniz


Documentação facultada


almoço-convívio de membros do BdT


discurso da Coordenadora Maria do Carmo Araújo


lembrança/ marcador da autoria da LuísaTeixeira da Costa


o bolo do 5º aniversário


A 9 de Abril de 2008, a Agência do Funchal do Banco de Tempo, integrada na Comunidade Educativa da Escola Jaime Moniz, assinalou com diversas actividades o seu 5º aniversário.
Aqui ficam algumas imagens desse dia memorável que reuniu um grande número de membros.

Banco de Tempo debate-se com falta de jovens e mais oferta do que procura


Graça Silva, uma das coordenadoras do BdT, Funchal

Lisboa, 05 Abr (Lusa) - No continente ou nas ilhas, as agências do Banco de Tempo partilham uma filosofia de solidariedade mas também as dificuldades em cativar elementos jovens e em convencer os membros de que não basta oferecer serviços, é preciso também solicitá-los.

Com 54 inscritos, a agência do Banco de Tempo do Funchal, que funciona no Liceu Jaime Moniz, "tem apenas três elementos com menos de 20 anos", revelou Maria da Graça Silva, uma das três professoras reformadas que coordena o espaço, lamentando à agência Lusa a "falta de gente nova".

Descrevendo a troca de serviços do Banco de Tempo como um meio de "combater o individualismo e criar um espírito de comunidade", a ex-docente, de 76 anos, assinalou que, "infelizmente, a solidariedade ainda é vista muitas vezes como algo unilateral, em que um dá e o outro recebe, quando aqui funciona como uma troca".

Por enquanto, o número de pedidos ainda não é elevado "mas já há um ou outro inscrito que solicita se alguém o pode conduzir a um determinado local".

"Uma das ideias iniciais era criar uma rede de apoio à família, nomeadamente para cuidar das crianças e libertar um pouco o casal, mas verificamos que as pessoas não recorrem a esse serviço, mesmo quando há quem esteja disponível para fazê-lo", contou a coordenadora, para quem "o receio é um obstáculo a vencer".

"Muitas vezes os inscritos conhecem-se mal uns aos outros e, por isso, têm medo de lhes confiar algumas tarefas, como ir levar ou buscar os filhos à escola", explicou Maria da Graça Silva, que tenta organizar encontros "precisamente para que todos se conheçam e se sintam mais à-vontade para fazer pedidos".

fonte: Notícias.rtp.pt